quarta-feira, junho 3

QUANTO MAIS BICHOS,MELHOR!

Brasileiros têm 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos

44,3% dos lares têm pelo menos um cão e 17,7% têm ao menos um gato.PR é estado em que mais casas têm cão

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2013), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada nesta terça-feira (2), traz novos dados sobre animais de estimação nos lares do país. O instituto aponta que 44,3% dos domicílios do país possuem pelo menos um cachorro, o equivalente a 28,9 milhões de unidades domiciliares. Os dados se referem a 2013.
O IBGE estimou a população de cachorros em domicílios brasileiros em 52,2 milhões, o que dá uma média de 1,8 cachorro por domicílio que tem pelo menos um cão.
Mais cachorros que crianças
O dado mostra que, no Brasil, existem mais cachorros de estimação do que crianças. De acordo com outra pesquisa do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2013, havia 44,9 milhões de crianças de até 14 anos.
Esta é a primeira edição da PNS, levantamento que teve seus dados divulgados em dois volumes: o primeiro em dezembro de 2014 e o segundo nesta terça-feira. É a primeira vez, portanto, que o número de cães e gatos de estimação é medido com esta metodologia.
Os números indicam ainda que o Paraná é a unidade da federação em que mais casas têm cachorro: 60,1%. O Distrito Federal está na outra ponta da lista – 32,3% das residências têm pelo menos um cão.
Gatos
Em relação à presença de gatos, 17,7% dos domicílios possuem pelo menos um, o equivalente a 11,5 milhões de unidades domiciliares. Os piauienses são os maiores amantes dos gatos, já que há pelo menos um em 34,2% dos seus domicílios. O Distrito Federal, com 6,9% , é a unidade da federação em que menos lares têm gatos.
A população de gatos em domicílios brasileiros foi estimada em 22,1 milhões, o que representa aproximadamente 1,9 gato por domicílio que tem esse animal.
Vacina
A pesquisa indica ainda que 75,4% dos lares que têm cão ou gato deram a vacina no período de um ano antes da data da pesquisa. Isso significa que um em quatro desses animais domésticos não havia sido vacinado – a imunização contra raiva deve ser anual.

FONTE:G1

sexta-feira, maio 22

BIODIVERSIDADE

HOJE  É O DIA DA BIODIVERSIDADE 
Conheça 20 felinos extraordinários em nossa galeria de fotos 
http://abr.ai/1g3Tjm9
Preparamos uma série de posts especiais para a data. Não perca!
‪#‎DiaDaBiodiversidadeNGBrasil
‪#‎DiaDaBiodiversidade
‪#‎InternationalDayForBiologicalDiversity
Confira nossa galeria de fotos especial com 20 flores extraordináriashttp://abr.ai/1jB0aIC 
Veja fotos de 30 animais da África, o melhor lugar do planeta para a observação de fauna http://abr.ai/1GsQrjA
Conheça os nudibrânquios, os animais mais coloridos do oceanohttp://abr.ai/1hxKBgu 

terça-feira, abril 28

Rescued tigers swim for the first time

Quando Carli e Lily foram resgatadas no ano passado em uma "suja e degradada gaiola" em Buffalo, Nova York, eles estavam ansiosos e com medo - eram animais que nunca tiveram a oportunidade de aprender como é ser selvagem.
E graças ao Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (International Fund For Animal Welfare , IFAW), Carli e Lily foram salvas e levadas para uma casa nova sob os cuidados do Safe Haven Rescue Zoo, em Nevada.
Kelly Donithan, do IFAW, dirigiu até Nevada para visitá-las em seu novo lar, e para vê-las tentar nadar pela primeira vez.
Carli está sentindo um pouco mais desconfiada da coisa toda e, por isso, Lily tenta mostrar-lhe como a piscina é fantástica.

segunda-feira, abril 20

COMO OS BEBÊS


Cães usam olhar para despertar nosso amor
Pesquisa aponta que ligação entre cachorros e seus donos é formada a partir do mesmo processo que une mães humanas a seus filhos pequenos

Se você acha absurdo esse negócio de tratar cachorro como filho, talvez seja hora de rever seus conceitos. Uma nova pesquisa sugere que o elo entre um cão e seu dono é forjado, em parte, graças ao mesmo mecanismo bioquímico que fortalece a união entre as mães humanas e seus bebês.

Trata-se de um sistema orquestrado pela oxitocina, hormônio liberado pelo cérebro dos mamíferos em situações como o parto, a amamentação, o cuidado com a prole e as relações sexuais. Sabe- se que, na nossa espécie, trocas de olhares entre genitoras e bebês criam um “círculo virtuoso” de produção de oxitocina. Os níveis da substância aumentam no organismo dos recém-nascidos, levando-os a se apegar às mamães; nelas, por sua vez, a oxitocina também sobe, incentivando ainda mais os cuidados com o nenê.

Foi mais ou menos isso o que a equipe de Takefumi Kikusui, da Universidade Azabu, no Japão, demonstrou ao estudar 30 donos de cães e seus animais. Os resultados estão em artigo na revista Science. Gatos não têm mecanismo similar.

Já havia pistas de que algo especial ocorre quando um cão e seu dono se olham. Uma das peculiaridades dos cachorros domésticos é que, diferentemente de quase todas as demais espécies de animais, eles buscam o contato visual com humanos e seguem naturalmente o olhar das pessoas, a exemplo do que a maioria dos bebês da nossa espécie faz desde o nascimento. Outros mamíferos, como os lobos (parentes mais próximos dos cachorros na natureza), costumam interpretar o “olho no olho” como sinal de desafio, e não como um convite à interação social.

SOBREVIVÊNCIA DOS MAIS BONZINHOS

Os pesquisadores decidiram incluir no estudo também lobos criados como animais domésticos. Kikusui recolheu duas amostras de urina de canídeos e humanos, antes e depois de um período durante o qual os bichos e seus donos ficaram interagindo. A urina serviu para estimar quanta oxitocina estava no organismo.

O resultado: donos e cães que buscavam contato visual uns com os outros tiveram um grande aumento dos níveis do hormônio – de cerca de 400% e 150%, respectivamente. A frequência de olhares mostrou ter relação direta com esse resultado, que não apareceu no caso dos lobos.

Em análise da pesquisa escrita para a Science, Evan MacLean e Brian Hare, especialistas em comportamento animal da Universidade Duke (EUA), dizem que os dados fortalecem a ideia de uma “sobrevivência dos mais bonzinhos” como ponto central da domesticação dos cães no passado remoto. Os primeiros humanos teriam selecionado os ancestrais dos cães domésticos com base em sua docilidade. Tal característica está ligada a traços mais infantis, que incluem tanto detalhes físicos – as orelhas caídas e olhos maiores, inexistentes entre lobos adultos – quanto comportamentais, como a menor agressividade.

Se isso for verdade, faz todo o sentido que os cães tenham “hackeado” os sistemas emocionais humanos ligados ao cuidado com a prole, já que eles tendem a se comportar como filhotes e a se parecer com eles mesmo depois de adultos. Isso os ajuda a conquistar os corações de seus amos, mas também faz bastante bem para os seres humanos, cuja qualidade de vida costuma aumentar quando há um cachorro em casa.


Fonte: Jornal Zero Hora